sexta-feira, agosto 27, 2010

Um post diferente.

Hoje quem fala sou eu.
E quem sou eu, perguntam vocês?
Eu sou o mais velho rebento de todos eles.
 
E porque falo hoje exclusivamente?
Falo porque o posso fazer - posso dar-me ao prazer de simplesmente começar um post, sem assunto algum e apenas escrever sobre a minha liberdade de o fazer.
Posso falar da minha liberdade de expressão e sobre a maneira como a uso. Posso até nem escrever.
 
A isto chama-se dar aso ao pensamento.E quando o faço, penso sempre "o que é o pensamento?".
O pensamento é a mistura da lógica com a imaginação. É o que fazemos sem perceber que o fazemos, é-nos natural. Temos uma sorte desgraçada, não concordam comigo?

...

E para que utilizamos o pensamento? Ora o mal é esse! Muitas das vezes, nem o utilizamos. E, o que era uma dádiva, passa a ser um abcesso, um apêndice. Algo metafisico que ocupa as nossas faculdades mentais e as gasta sem propósito algum.

Pensemos em conjunto (Irónico, não?); Se todos aplicássemos o pensamento de maneira lógica, não haveria mal no mundo. Qualquer ser humano no seu pleno uso das faculdades mentais quer o bem de todos. E mesmo que não o queira, a lógica obriga-nos (de certa forma...) a fazer "o maior bem ao maior número" (- dito por Stuart Mill). Não me quero alargar mais sobre este assunto - pois até posso ferir susceptibilidades! Só faço um ultimo pedido - Vamos lá usar a Lógica, sim ?

(E isto meus amigos, foi um post levado ao acaso.)

2 comentários:

  1. E É por estas e outras que Amo o Meu Filho

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  2. Thank you very much for this article!
    For a long time I have done exactly what you warn against. This article was a slap in the face - but a needed one.
    That being said, what is the value of an intuitive explanation? Is it to give a lay person an "ah-ha" moment? Is it good to have SOME understanding, even if it is "vague and mush?"
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